Texto: Talita Girão
Talita Girão: Mangaratiba já apresentou algum caso de gripe suína?
Alexandre Taveira: Nós não temos até agora nenhum caso confirmado.
Talita: Qual foi a primeira atitude tomada pela Prefeitura de Mangaratiba quando surgiram os primeiros rumores desta doença?
Alexandre: Tão logo ocorreram os primeiros rumores da possibilidade da gripe chegar ao Rio, antes mesmo de ter o primeiro caso confirmado, já tínhamos feito um documento e mandado para todas as pousadas e hotéis do município, alertando que aos primeiros sintomas de gripe, os estabelecimentos entrariam em contato, seguindo determinação do Ministério da Saúde.
Talita: Quais ações estão sendo praticadas agora?
Alexandre: Por conta da maior gravidade da doença em menores de dois anos e gestantes, Mangaratiba concedeu licença para todas as servidoras do município que estejam grávidas até o final do mês de agosto. Entramos em contato com todas as gestantes acompanhadas pelo Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança, da Mulher e do Adolescente (PASMICA) e estamos realizando um acompanhamento bem próximo, com visitas semanais. Fora isso, todas as recomendações do Ministério da Saúde estão sendo cumpridas.
Talita: Quais são essas recomendações?
Alexandre: Gestantes e crianças abaixo de dois anos que chegam ao hospital são orientadas com prioridade, em casos suspeitos vindos de hotéis e pousadas, as pessoas serão transportadas ao hospital, quando necessário e usarão máscara de proteção. Também foram distribuídos equipamentos de proteção individual para os profissionais que atendem os casos suspeitos desde a recepção quanto ao corpo médico.
Talita: Qual o suporte que o Ministério da Saúde fornece aos municípios sobre a gripe?
Alexandre: O Ministério está nos fornecendo kits de diagnóstico e medicamentos de uso comum para os pacientes. No caso das gestantes, já se usa o medicamento.
Talita: Fale um pouco sobre a forma de contágio da gripe suína?
Alexandre: A gripe H1N1 (suína) atua justamente sobre os princípios básicos de convivência pessoal, basta conviver socialmente para haver a transmissão. Essa é a grande preocupação com a doença.
Talita: Algo que queira acrescentar?
Alexandre: A orientação para as crianças é fundamental. É importante o trabalho de educação em saúde, o fornecimento de material explicativo, como folders, que estão sendo distribuídos. No caso de suspeita, procure uma unidade de saúde, não se auto-medique, se oriente.
Alexandre Taveira: Nós não temos até agora nenhum caso confirmado.
Talita: Qual foi a primeira atitude tomada pela Prefeitura de Mangaratiba quando surgiram os primeiros rumores desta doença?
Alexandre: Tão logo ocorreram os primeiros rumores da possibilidade da gripe chegar ao Rio, antes mesmo de ter o primeiro caso confirmado, já tínhamos feito um documento e mandado para todas as pousadas e hotéis do município, alertando que aos primeiros sintomas de gripe, os estabelecimentos entrariam em contato, seguindo determinação do Ministério da Saúde.
Talita: Quais ações estão sendo praticadas agora?
Alexandre: Por conta da maior gravidade da doença em menores de dois anos e gestantes, Mangaratiba concedeu licença para todas as servidoras do município que estejam grávidas até o final do mês de agosto. Entramos em contato com todas as gestantes acompanhadas pelo Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança, da Mulher e do Adolescente (PASMICA) e estamos realizando um acompanhamento bem próximo, com visitas semanais. Fora isso, todas as recomendações do Ministério da Saúde estão sendo cumpridas.
Talita: Quais são essas recomendações?
Alexandre: Gestantes e crianças abaixo de dois anos que chegam ao hospital são orientadas com prioridade, em casos suspeitos vindos de hotéis e pousadas, as pessoas serão transportadas ao hospital, quando necessário e usarão máscara de proteção. Também foram distribuídos equipamentos de proteção individual para os profissionais que atendem os casos suspeitos desde a recepção quanto ao corpo médico.
Talita: Qual o suporte que o Ministério da Saúde fornece aos municípios sobre a gripe?
Alexandre: O Ministério está nos fornecendo kits de diagnóstico e medicamentos de uso comum para os pacientes. No caso das gestantes, já se usa o medicamento.
Talita: Fale um pouco sobre a forma de contágio da gripe suína?
Alexandre: A gripe H1N1 (suína) atua justamente sobre os princípios básicos de convivência pessoal, basta conviver socialmente para haver a transmissão. Essa é a grande preocupação com a doença.
Talita: Algo que queira acrescentar?
Alexandre: A orientação para as crianças é fundamental. É importante o trabalho de educação em saúde, o fornecimento de material explicativo, como folders, que estão sendo distribuídos. No caso de suspeita, procure uma unidade de saúde, não se auto-medique, se oriente.
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